"Tudo que se vê não é igual ao que a gente viu há um segundo. Tudo muda, o tempo todo…"
- Édson Britembach

- 10 de fev. de 2021
- 2 min de leitura
Vendo a imagem acima circulando nas redes sociais me veio à cabeça a música “Como uma onda”, de Lulu Santos.
Certamente quando ele compôs essa música, no começo dos anos 80, não imaginava o quanto de transformações aconteceriam no decorrer de três séculos. Essa mudança está em todo lugar, inclusive na forma como consumimos música.
E o que a minha marca tem a ver com isso?
Não podemos esquecer que isso impacta nos negócios e no lucro da empresa. De um lado ainda existe a necessidade de se cumprir metas de venda e lançar novos produtos ou serviços de tempos em tempos para continuar crescendo. Isso não vai mudar, faz parte do negócio.
Mas existe o outro lado do balcão. Onde temos os clientes, os funcionários, os fornecedores, a sociedade e o planeta.
É aí que para muitas marcas começa o conflito. Especialmente para aquelas que ainda não entenderam (ou acreditam) nessa mudança.
Se de um lado a empresa precisa vender, cumprir suas obrigações e ter lucro. Do outro lado não quer mais somente comprar. Não quer só mais consumir produtos/serviços de qualidade por um preço que pode pagar. Os clientes dispõem de muitas opções de escolha, muuuuitas opções mesmo.
Os funcionários também não querem mais só ir trabalhar, bater cartão, cumprir suas obrigações. Querem entender o propósito desse trabalho, que agora se tornou uma forma de auto expressão.
Até alguns fornecedores se podem dar ao luxo de escolherem pra quem vender. Tudo isso pode comprometer os resultados da empresa frente à feroz concorrência.
“…não adianta fugir, nem mentir pra si mesmo agora…”
Lulu Santos estava certo. Acho que ele já preconizava isso. Hoje, mais do que nunca, tudo muda toda hora e muda rápido. O que era ontem, hoje não é mais.
Essa transformação não está somente na forma como consumimos informação. As mudanças estão em toda parte: na forma de fazer política, na religião, no jeito como nos locomovemos, de se alimentar e consumir.
As marcas precisam se movimentar para responderem a esses novos anseios das pessoas, mais conectadas, informadas e participativas. Ou as marcas mudam, ou elas ficam.





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